Page 169 - Comunicar na Republica

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Da Revolução de Abril à Democracia
tuguesa das Comunicações, integrando-se também
a entidade reguladora Anacom, para albergar esse
património com o compromisso estatutário de o pre-
servar, tratar e divulgar, possibilitando assim contar
a história e dar-lhe continuidade no futuro, porque...
esta é uma história que se faz todos os dias.
A missão destas empresas é contribuir para a apro-
ximação dos povos, porque detêm serviços que
ultrapassam todo o tipo de barreiras geográficas,
políticas ou religiosas e no estreitamento e rapidez
dessas relações haverá que, ontem como hoje, uti-
lizar o meio mais rápido e mais eficaz. É esta histó-
ria do passado, projetada no futuro, que contribuirá
para dar continuidade e consistência à história das
comunicações, contada através dos objetos, no mu-
seu desta Fundação.
Nas lojas de parceria, cedem-se instalações a tercei-
ros, preferencialmente a trabalhadores dos CTT, para
o desenvolvimento dos negócios postais, apoio na
gestão operacional e no controlo de produtividade.
Os serviços dos correios continuam a acompanhar
o avanço das tecnologias e a aplicá-las, sempre no
princípio dos primórdios da sua criação: oferecer o
melhor serviço na qualidade, para satisfazer a natu-
ral exigência do público-utente e fazer face aos novos
desafios de um mercado cada vez mais globalizante,
concorrencial e competitivo.
No início da década de 1990, surge o ICP (atual Ana-
com), enquanto entidade reguladora do setor das
comunicações e também do processo de separação
das atividades de correios e de telecomunicações que
culminará, em 1992, com a separação e criação de
duas empresas autónomas: CTT – Correios de Portu-
gal, S.A., e a Portugal Telecom, S.A..
Para salvaguardar a breve história que aqui conta-
mos, através do acervo museológico recolhido em
mais de um século, constituiu-se a Fundação Por-
FPC