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Thomas Edison, o criador da lâmpada incandescente

A 11 de fevereiro comemora-se o nascimento de Thomas Alva Edison (1847-1931), considerado por alguns como um dos maiores inventores da Humanidade.

Com apenas doze anos, Edison aprendeu o alfabeto Morse e começou a construir telégrafos rudimentares. Seguiram-se relevantes invenções que resultaram em mais de mil patentes registadas em seu nome, entre elas: o Fonógrafo e o Mimeógrafo.

Mas foi com a invenção da lâmpada incandescente que Edison ficou especialmente conhecido. Em 1879, uma lâmpada feita com algodão carbonizado dentro de um bulbo a vácuo brilhou por 45 horas seguidas e representou o início da “Era da Eletricidade”.

Em 1882, o primeiro sistema de distribuição de eletricidade desenvolvido por Edison iluminou a Estação Pearl Street, a primeira central elétrica de Nova York.

A rivalidade entre Thomas Edison e Nicola Tesla nos finais do séc. XIX que se tornou conhecida como a “Guerra das Correntes”, em que Edison e Tesla se confrontaram. Edison era um experimentador voraz, mas não era matemático e a corrente alternada exigia um conhecimento profundo de matemática e física, que Tesla possuía.

Thomas Edison não imaginava que ao acender a primeira lâmpada elétrica, estava também a fazer nascer a base para a construção da primeira válvula eletrónica ou termiónica…

A Fundação Portuguesa das Comunicações está neste momento a preparar uma exposição dedicada às válvulas e ao seu papel na indústria das Comunicações – “No início era a válvula…do sinal analógico ao digital”.